(Regionais, nacionais e universais)
{Monet, Degas e Renoir}
IMPRESSIONISMO
•O
Impressionismo foi o movimento das artes plásticas, desenvolvido na pintura, no
final do século XIX, na França, e que influenciou muito a música. Constitui-se
no marco da arte moderna por ser o início do caminho rumo ao Abstracionismo.
Embora mantenha temas do realismo, não se propõe a fazer denúncia social.
Retrata paisagens urbanas e suburbanas, como o naturalismo. A diferença está na
abordagem estética: os impressionistas parecem apreender o instante em que a
ação acontece ao criar novas maneiras de captar a luz e as cores. Nessa
tendência em mostrar situações naturais, extrai conceitos da fotografia,
nascida em 1827.
Leia mais:
CARACTERÍSTICAS
DO
IMPRESSIONISMO
•A
pintura deve mostrar as tonalidades que os objetos adquirem ao refletir a luz
do sol num determinado momento, pois as cores da natureza mudam constantemente,
dependendo da incidência da luz do sol. •É também com isto uma pintura
instantânea(captar o momento), recorrendo, inclusivamente à fotografia.•As figuras não devem ter contornos
nítidos pois o desenho deixa de ser o principal meio estrutural do quadro
passando a ser a mancha/cor.
•As sombras devem ser luminosas e
coloridas, tal como é a impressão visual que nos causam. O preto jamais é usado
em uma obra impressionista plena. •Os contrastes de luz e sombra devem ser
obtidos de acordo com a lei das cores complementares. Assim um amarelo próximo
a um violeta produz um efeito mais real do que um claro-escuro muito utilizado
pelos academicistas
no passado. Essa orientação viria dar mais tarde origem ao pontilhismo.•As cores e tonalidades não devem ser
obtidas pela mistura das tintas na paleta do pintor.
Pelo
contrário,devem
ser puras e dissociadas no quadro em pequenas pinceladas. É o
observador que, ao admirar a pintura, combina as várias cores, obtendo o
resultado final. A mistura deixa, portanto, de ser técnica para se tornar
óptica. •Preferência pelos pintores em representar
uma natureza morta do que um objeto.
GALERIA DE OBRAS IMPRESSIONISTAS NA FRANÇA
Selecionamos alguns
trabalhos que apresentam diversos estilos pessoais dentro do mesmo movimento,
sem qualquer intenção de evidenciar um ou outro nome, apenas com o objetivo de
mostrar obras de impressionistas proeminentes.
56
x 46, 1872, Museu de Orsay,
Paris
sobre
tela, 58 x 48, c. 1894-95, Museu Orsay, Paris
(Rosita
Mauri), pastel, 58 x 42, c. 1878,Museu
Orsay,
Paris
42
x 65, 1872, Kimbell Art Museum
óleo sobre tela, 131 x 175, 1876, Museu de Orsay, Paris
Montfoucault,
óleo sobre tela, 1874, High Museum of Art
Calais, bronze, 217 x 255 x 177, 1889,Museu Rodin, Paris
c.
1890, Museu Rodin, Paris
94 x 72,4, 1899, Museu Metropolitan,
Nova York
sobre tela, 72 x 90, 1888, Museu Van Gogh, Amsterdã
IMPRESSIONISTAS BRASILEIROS
No Brasil seria mais adequado falar de obras impressionistas, porque quase não tivemos artistas exclusivamente dedicados e inseridos no movimento, talvez com a exceção de Castagneto. Vamos citar alguns nomes pela ordem cronológica de nascimento, sem entrar em comparações dos seus méritos pessoais.
Almeida Junior, José Ferraz (1850 Itu, SP -
1899 Piracicaba, SP) Desde cedo manifestou inclinação para a pintura e inscreveu-se em 1869 na Academia
Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Entre 1876 e 1882 morou na França e
excursionou pela Itália, beneficiando-se de bolsa do governo brasileiro. Datam
deste período algumas de suas grandes obras realistas. Participou do Salon de
Paris em 1880 e 1882. Nem o impressionismo, nem a atmosfera cosmopolita da
capital francesa o seduziram, conservando sempre seu jeito de interiorano. De
volta ao Brasil em 1884, participou da Exposição Geral da Academia e dedicou-se mais intensamente aos
temas regionais, consolidando sua arte dedicada ao realismo e aos temas da
gente humilde do interior paulista. Sua produção relativa ao impressionismo é, pois, escassa e de menos
importância em sua obra.
57
x 35, 1899, Pinacoteca do Estado de São Paulo
c. 1895, Pinacoteca do Estado de São Paulo
Castagneto, Giovanni Battista Felice (1851 Genova,
Itália - 1900 Rio de Janeiro, RJ). Um dos maiores expoentes brasileiros na
temática impressionista. Chegou ao Brasil em 1875, acompanhando o pai. Estou na
Academia Imperial entre 1882 e 1884, e daqui seguiu os passos de seu mestre, Georg
Grimm, para pintar ao ar livre, distante das orientações acadêmicas do neoclassicismo. Em 1890, com ajuda de amigos e
admiradores, viajou para França. Nesta altura já mostrava sua predileção pela pintura de
marinhas. Voltou ao rio de Janeiro em 1893, mas a boemia e a pobreza cobraram
os efeitos em sua debilitada saúde, e morreu praticamente na miséria. Sempre
foi mais um artista intuitivo do que um mestre de formação acadêmica. Firmou-se com um dos
maiores marinhistas brasileiros de sempre.
Pinacoteca
do Estado de São Paulo
sobre tela, 74 x 150, 1887, Museu de Arte de São Paulo
Belmiro Barbosa de Almeida Júnior (1858 Serro, MG
- 1935 Paris, França). Em 1877 matriculou-se na Academia Imperial de Belas
Artes e, nesse ano, iniciou sua colaboração como chargista em jornais e revistas. Em 1888 viajou a
Paris, com a ajuda de amigos, passando a alternar sua residência entre o Rio de
Janeiro e a capital francesa. Foi um dos únicos brasileiros a praticar o pontilhismo, uma técnica de
alguns impressionistas, como Seurat.
Museu
Nacional de Belas Artes
Parreiras, Diogo Antônio da Silva (1860 Niterói,
RJ - 1937 Idem). Paisagista e pintor de história, dedicou-se também a pintura
de gênero. Em 1883 matriculou-se
na Academia de Imperial de Belas Artes e veio a fazer parte do "Grupo
Grimm". Em 1888 viajou para Roma e Veneza, regressando ao Rio de Janeiro
dois anos depois, sendo nomeado professor interino de paisagem da Escola Nacional
de Belas Artes. Desde cedo se habituou a conviver com o sucesso de crítica e de
vendas. Como autor de pintura histórica, ao longo de toda a vida, pôde mostrar
sua visão nacionalista e
desvinculada da historiografia oficial. Entre 1916 - 1922, em suas viagens a
Paris, os marchands locais sempre colocaram suas obras, inclusive os
nus femininos, no mercado local. Foi considerado pelo público do país o maior
pintor brasileiro da sua época.
Museu Antônio
Parreiras,
Niterói,
RJ
Museu Nacional de Belas Artes
Hipólito Boaventura Caron (1862 Resende,
RJ - 1892 Juiz de Fora, MG). Foi principalmente paisagista, mas também executou
retratos. Inicialmente foi influenciado por Georg Grimm e sua pintura "ao
ar livre", depois pelo realismo dos mestres franceses, como o do seu professor
Hanoteau. Entre 1885 e 1888 pode estudar na França, graças aos recursos da sua
família.
Museu Nacional de Belas Artes
Rafael Frederico (1865 Rio de
Janeiro, RJ - 1934 Idem). Nas palavras de Quirino Campofiorito: " (As)
tintas manejadas igualmente com pincel e espátula, podem apontá-lo como o
pintor que primeiro se opõe
resolutamente ao
maneirismo acadêmico, tanto nos valores
tonais como na textura pictórica ... uma decisão pictórica definitivamente descompromissada da técnica
convencional." Órfão
muito cedo, e pobre,
logrou estudar na Academia Imperial de Belas Artes e viajar a Europa em 1893,
com o premio de viagem dessa instituição.
Eliseu D'Angelo Visconti (1866 Santa
Caterina, Salerno, Itália - 1944 Rio de Janeiro, RJ). Um dos vultos admiráveis
de toda a pintura brasileira, a ele se deve a contribuição mais importante para nosso patrimônio impressionista.
Trouxe para o cenário nacional a renovação e o abandono definitivo do academicismo, projetando sua
influencia dominante até ao advento do modernismo. Seu nível artístico alcançou
um patamar tão alto como o que de
melhor existia na Europa, ou em qualquer parte do mundo. Em 1884 matriculou-se
na Academia Imperial de Belas Artes, estudando em Paris a partir de 1893 na
École Nationale et Spéciale des Beaux-Arts (Escola Nacional e Especial de Belas
Artes). Aprimorou-se igualmente na Espanha e Itália, retornando ao Rio de
Janeiro em 1903, para executar decorações no Teatro Municipal do rio de Janeiro, a convite do
prefeito Pereira Passos. Voltaria diversas vezes a Paris, onde era imenso o seu
prestígio.
Pinacoteca do Estado de São Paulo
Museus Castro Maya, Rio de Janeiro
óleo
sobre tela, 100 x 81 cm, 1905, Museu
Nacional de Belas Artes.
Lucílio Albuquerque (1877 Barras,
PI - 1939 Rio de Janeiro, RJ). Espírito inquieto, ao longo de sua trajetória
artística sofreu influencias influências simbolistas, impressionistas e do art déco. Em 1906,
graças ao Premio de Viagem, viajou para a Paris com a mulher, a pintora
Georgina de Albuquerque, ali permanecendo por cinco anos. No seu último ano em
França ganhou medalha de ouro no Salon des Artistes Français (Salão dos Artistas
Franceses) com a tela Despertar de Ícaro, inspirada nos voos
de Santos Dumont. Foi professor de Candido Portinari na Escola Nacional de
Belas Artes do Rio de Janeiro.
1907, Pinacoteca do Estado de São Paulo
Artur Timóteo da Costa (1882 Rio de
Janeiro - 1923 Idem). De origem humilde, teve que trabalhar como pintor,
cenógrafo, decorador, desenhista e entalhador. Sua condição de mulato, naquela
época, também não
ajudou ao seu
reconhecimento como um artista de grande talento, um verdadeiro precursor do
modernismo brasileiro. Seu papel inovador, porém, demorou a ser devidamente
apreciado. Em 1908, graças a um Premio de Viagem, pode morar em Paris e
conhecer a Itália e a Espanha, onde conheceu os museus dos grandes mestres.
36
x 53,3, 1910, Col. Sérgio Sahione Fadel
Carlos Oswald (1882 Florença,
Itália / 1971 Petrópolis, RJ). Seus múltiplos talentos o levaram a ser pintor,
gravador, desenhista, decorador, escritor e professor. Era filho do compositor
brasileiro Henrique Oswald, sendo considerado por historiadores como o introdutor
da gravura no Brasil. Veio para o Rio de Janeiro em 1906, desenvolvendo imensa
atividade junto de artistas nacionais. Para a igreja do Brás, São Paulo, executou uma composição, A
Ceia do Senhor,
trabalho depois editado pela firma suíça Stehli & Freres, a qual foi
reproduzida e copiada ad infinitum, sendo um dos trabalhos mais vistos nos
lares brasileiros até hoje. Foi o responsável pelo desenho final do Cristo
Redentor do Corcovado, no Rio de Janeiro.
Pinacoteca do Estado de São Paulo
Henrique Campos Cavalleiro (1892 Rio de
Janeiro, RJ - 1975 Idem). Entre 1907 e 1918 estudou na Escola Nacional de
Belas Artes, Rio de Janeiro, onde teve mestres como Eliseu Visconti, Daniel
Bérard, Zeferino da Costa e, aquele que mais o marcou, Marques Júnior. Casou com
a pintora Yvone Visconti Cavalleiro, filha de Eliseu Visconti. Praticou a
paisagem, a figura e o nu, sempre com fortes coloridos.
c.
1930, Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.
Navarro da Costa, Mário (1883 Rio de
Janeiro, RJ - 1931 Florença, Itália). Foi um dos nossos melhores marinhistas.
No dizer de Quirino Campofiorito, Navarro pintou com "... tintas frescas e
espontaneamente elaboradas, o mar e suas proximidades imediatas, sua luminosidade
inebriante, sua atmosfera envolvente e denunciadora de distantes horizontes,
sua cromaticidade pontilhada de vibrações, ora em totalizações cinzas suavizantes das cores contrastantes, ora em
verdadeiras sinfonias policrômicas realçadas na movimentação incessante dos reflexos ou nos plácidos espelhos
d'água." Sua palheta impressionista, numa época em que este movimento já
perdera fôlego, utiliza cores fortes, que por vezes se confundem com o fauvismo.
Georgina Albuquerque (1885 Taubaté,
SP - 1962 Rio de Janeiro, RJ). Em 1904 ingressou na Escola Nacional de Belas
Artes, no Rio de Janeiro. Entre 1906 e 1911 residiu em Paris com o marido, o
pintor Lucílio de Albuquerque. Quando voltou ao Brasil praticava uma pintura impressionista,
influenciada por Visconti e distante de seus contemporâneos neoclássicos
e realistas. Entre 1952 e 1954 foi diretora da Escola Nacional de Belas Artes -
a primeira mulher a ocupar o cargo.
Museu
Nacional de Belas Artes
Antônio Garcia Bento (1897 Campos,
RJ - 1929 Rio de Janeiro, RJ). Sendo praticamente um autodidata, manifestou seu
talento como exímio marinhista. Em 1925 viajou a Europa, graças a um premio de
viagem, voltando como um pintor amadurecido. O emprego da espátula, então pouco utilizado entre
nossos artistas, o tornaria um mestre nessa técnica. Seu domínio era tão competente que podia
combinar com sucesso, no mesmo quadro, espátula e pincel. Junto com Castagneto
e Navarro da Costa, Bento criou algumas das melhores paisagens e marinhas da
nossa safra impressionista.
Museu
Nacional de Belas Artes
Sergio Telles (1936 - Rio de
Janeiro) Teve como primeiro orientador o pintor Levino Fânzeres. Em 1957 viajou
pela Europa, visitando museus em Portugal, França, Itália e Holanda,
regressando ao Rio de Janeiro para trabalhar nos ateliês de Rodolfo Chambelland, Oswaldo Teixeira e Marie
Nivoulies de Pierrefort. Em 1964, por concurso público, passou a integrar os
quadros do Ministério das Relações Exteriores, o que lhe permitiu servir, como diplomata,
em diversos países. Quando regressou ao Brasil, em 2006, foi residir em São Paulo. Sua obra foi
objeto de publicações em revistas, livros e
análises de inúmeros críticos, entre os mais conceituados do meio artístico.
Impressionismo universal
Mary cassatt
¢Mary
Stevenson Cassatt (22 de Maio de
1844 - 14 de junho de 1926) foi um pintor e gravurista americano. Ela
viveu boa parte de sua vida adulta em France, onde ela fez amizade primeira
Edgar Degas e exibida mais tarde entre os impressionistas.
Cassatt
(pronuncia-ca-SAHT) muitas vezes criados imagens da vida social e
privada de mulheres, com ênfase particular nas ligações íntimos entre mães e
filhos.
Cassatt nasceu
em Allegheny City, Pensilvânia,
que agora faz parte do Pittsburgh. Ela nasceu em circunstâncias
favoráveis: seu pai, Robert Simpson Cassat (mais
tarde Cassatt), foi um bem-sucedido corretor da bolsa e da terra
especulador, e sua mãe, Katherine Kelso
Johnston, veio de uma família de banqueiros. O nome ancestral tinha sido Cossart. Cassatt era um
primo distante do artista Robert Henri. Cassatt era um
dos sete filhos, dos quais dois morreram na infância. Sua família mudou-se
para o leste, primeiro a Lancaster, Pennsylvania, em
seguida, para a área de Filadélfia, onde ela começou a escolaridade aos seis
anos.
Lovis Corinth
¢Pintor, gravador,
desenhista. Após onze anos de formação académica em Königsberg, Munique
e Paris, estabeleceu-se em Berlim, em 1901. Rapidamente se tornou uma figura
líder da Secessão de Berlim, uma sociedade de exibição que favoreceu o estilo
alemão do impressionismo, e ganhou representação da galeria de Paul
Cassirer. Mais do que uma geração mais velha do que os expressionistas,
sua longa e prolífica, e altamente bem sucedida carreira estende-se desde a
tradição acadêmica do final do século XIX ao impressionismo alemão e,
finalmente, o expressionismo. Embora ele criticou os expressionistas para
ser influenciado por cepas estrangeiras como o fauvismo francês e arte
"primitiva", depois de um acidente vascular cerebral em 1911 o seu
estilo naturalista rendeu a um tratamento freneticamente expressiva de indivíduos
favorecidos, como nus, temas históricos e literários, e auto-retratos , o
último dos quais meditou cada vez mais na própria mortalidade.
Feito 1.200 cópias, incluindo muitos em carteiras e
livros ilustrados. Primeiro tentou gravura na década de 1890 como uma
forma de melhorar o seu desenho, mas fez a maior parte de suas impressões perto
do fim de sua carreira durante a crise econômica do pós-guerra, quando se
tornou-se um meio mais comercializável.Feitas apenas onze
xilogravuras; litografia favorecida e as nebulosas linhas de drypoint, rico em
Burr. Trabalhou com muitos editores, incluindo Paul
Cassirer, e depois de 1920 colaborou estreitamente com Verlag Fritz Gurlitt.
Declarando-se
degeneram, os nazistas removidos 295 obras de coleções públicas.
Ferdinand Hodler
1853-1918
¢Ferdinand Hodler nasceu
em de 1853, era o mais velho dos seis filhos de Jean Hodler e
Marguerite. Seu pai ganhava a vida como carpinteiro e sua mãe vinha de uma
família de camponeses.
¢O pai de Hodler mais
dois irmãos morrem de tuberculose. A mãe casa de novo com um pintor de artes
decorativas, mas morre também de tuberculose, deixando Hodler órfão
quando era ainda uma criança. A perda dos pais e dos irmãos despertam no
artista uma poderosa consciência da mortalidade, que o levam a comparar a sua
obra com a de Munch, mas os temas da mística e da melancolia foram comuns
durante o período intenso conhecido por Fim do Século.
¢Hodler recebeu
as primeiras noções de pintura do padrasto, e posteriormente foi enviado para Thun, como
aprendiz de um pintor local, Fernando Sommer.
As primeiras obras de Hodler eram paisagens, que vendia em
lojas, e na rua aos turistas.
Em 1871,
com 18 anos de idade, viaja a pé até Genebra para iniciar uma carreira como
pintor.
Em
Genebra estuda com Barthélemy Menn, antigo
aluno de Ingres. Foi uma educação muito tradicional, mas que o ensinou
a desenhar bem e que o expôs às influências duradouras de Rembrandt, Holbein e Dürer.
Hodler começou
a trabalhar como retratista, aliás muito competente.
Mais
tarde visitou Paris, para explorar novas ideias e novos estilos; admirou em
especial os de Gauguin e Seurat. No entanto, Hodler tinha
inventado o seu próprio estilo, a que chamou “paralelismo”, caracterizado
por agrupamentos de figuras simétricas, em poses que sugerem ritual ou dança.
O primeiro trabalho simbolista de Hodler, A Noite, representa o sono como prefiguração da morte, mas o
presidente da Câmara de Genebra não conseguiu ver para além dos corpos nus e
excluiu-o da exposição.
¢A publicidade daqui
resultante, com prémios atribuídos em França, Alemanha e Áustria, garantiram a
fama internacional de Hodler.
Em 1884 Hodler conhece Augustine Dupin, que se tornou seu modelo e
companheira, dos dois nasce em 1887 Hector, (fundador da World Esperanto Association), nesse mesmo
ano Hodler
conhece Bertha Stucki com quem viria a casar em 1889 para
se divorciar em 1891.
Em 1894 conhece Berthe Jacques, com quem se casa em 1898.
Em 1908, conhece Valentine Gode-Darel, que se tornaria
sua amante, dando-lhe uma filha em 1913. Valentine morreu de cancro em 1915.
As muitas
horas que Hodler passou à sua cabeceira durante a doença, resultaram
numa notável série de desenhos e pinturas.
Hodler foi um
pintor suíço precursor da pintura expressionista, mas na última década do
século XIX o seu trabalho evoluiu para combinar influências de vários estilos,
incluindo o Simbolismo e a Art Nouveau.
O lenhador, imagem que em 1910
ilustrou a nota de 50 francos suíços, emitida pelo Banco Nacional Suíço.
Teodoro Andreu (1870-1935)
¢Este
trabalho de compilação é dedicada a do pintor Teodoro Andreu, ele era um artista espanhol nascido
em Alcira. luminismo impressionista seguidor de Joaquin Sorolla , que foi o primeiro discípulo, alcançou a perfeição da
representação da luz de Valência, na sua obra, feita pela admiração e
comentários para roubar a luz de Sorolla ganhou. Teodoro Juan Andreu Sentamans (Alcira, 1870 - Valência, 1935) Teodoro Andreu foi o filho de Jose Andreu Garcia e sua segunda esposa, a
Ascensão Sentamans
Salazar. Ele tinha três irmãos e uma irmã. Na tenra idade de um ano,
seu pai afogado por um excesso de o rio Júcar. Em 1875, com sua mãe e irmã, ele se estabeleceu em
Madrid, em Atocha.Andreu recebeu sua primeira instrução na faculdade de Piarists. Mais tarde, estudou teoria
musical e pertencia as crianças 's coro da ópera no Teatro Real.
Em 1884 ele começou a estudar desenho e pintura, pela
primeira vez na Promoção Escola das Artes de Madrid e mais tarde na Escola de
Pintura, Escultura e Gravura, da real Academia de Bellas Artes de San Fernando. Seu
primeiro desenho conhecido foi Chefe do Ecce Homo. Em 1902 mudou-se para
Bilbao. Nesta fase, ele viajou para Londres e Paris até 1909, quando seu
pai morreu, ele voltou para Valencia.Em 1932, por motivos de saúde, renunciou ao cargo de diretor da
Escola de Artes e Ofícios de Valência, e realizou a sua última exposição ., em
1933, no Circulo de Bellas
Artes em Madrid seus últimos trabalhos foram auto - retrato e ainda
marmelos vida, 1934. no momento da sua morte, em 1935, deixou em seu
estúdio completamente terminado 350 pinturas, além de notas, esboços, tabelas
caixas, etc. nos anos após a sua morte várias exposições póstumas foram
realizadas em Valencia, Salamanca, Murcia e Alcira espero ter conseguido a recolha desta pinltor espanhol, ser de interesse para os
amantes da arte que freqüentam esta seção, e contribuir para a sua divulgação.
Giovanni Boldini (31 de
dezembro de 1842 - 11 de julho de 1931)
¢Foi um gênero
e pintor de retratos italiano, pertença à escola parisiense. De acordo com
um artigo de 1933 na revista Time, ele era conhecido como o "Master of
abanada" por causa de seu estilo de fluxo da pintura.
Boldini nasceu
em Ferrara, o filho de um pintor de temas religiosos, e foi para Florença, em
1862, para estudar pintura, encontrando ali os pintores realistas conhecido
como o Macchiaioli. Sua influência
é visto em paisagens de Boldini que mostram a sua resposta espontânea à natureza,
embora seja por seus retratos que ele se tornou mais conhecido. Ele
alcançou grande sucesso em Londres como retratista. A partir de 1872 Boldini viveu em
Paris, onde se tornou amigo de Edgar Degas. Ele
também tornou-se o pintor de retratos mais elegante em Paris no final do século
19, com um estilo arrojado da pintura que mostra alguma influência
impressionista, mas que mais se assemelha ao trabalho de seus contemporâneos
John Singer Sargent e Paul Helleu. Ele foi nomeado comissário da secção italiana da
Exposição de Paris em 1889, e recebeu a Legion d'honneur para
este compromisso. Morreu em Paris em 1931. (Da Wikipedia)
Claude Monet
Vida Artística
O começo de sua carreira artística foi
marcado por dificuldades financeiras. Porém, na década de 1870, começou a obter
sucesso. Suas obras de arte seguiam, como temática principal, as paisagens da
natureza. Trabalhava de forma harmônica as cores e luzes, criando imagens belas
e fortes. Neste contexto artístico, podemos citar a série de pinturas que
realizou sobre a catedral de Rouen (1892-1894), onde o artista retratou a
construção em diversos momentos do dia, com variações de luminosidade.
Vale a pena destacar também as obras de
arte com temas aquáticos como, por exemplo, os murais que realizou no Museu I’orangerie.
Monet morreu em 1926, na França, deixando
um legado artístico reconhecido até os dias atuais. Alguns críticos de arte
consideram Monet um dos mais importantes pintores de todos os tempos.
Outras principais obras de Monet
Estuário do Sena
Ponte sobre Hève na Vazante
Camille
O vestido verde
A floresta em Fontainebleu
Edgar Degas
Edgar Hilaire Germain de Gas,
popularmente conhecido apenas por Edgar Degas, foi um importante pintor, escultor e
gravurista francês. Nasceu em 19 de julho de 1834 em Paris e faleceu, na mesma
cidade, em 27 de setembro de 1917. Fez parte do movimento artístico conhecido
como impressionismo, embora suas obras possuíssem fortes elementos do Realismo e
do Renascimento italiano.
Suas obras, sobretudo da última fase, apresentam elementos do Modernismo.
Principais características do
estilo artístico de Degas
Obras
de arte de Degas são
marcadas pela suavidade.
- Uso de cores em tom pastel e suaves na primeira fase de sua vida artística.
Na década de 1860, passou a utilizar tons mais vibrantes.
- Abordagem de cenas do cotidiano, paisagens e retratos individuais.
- Pintura de bailarinas, mulheres, concertos e óperas.
- Pintura histórica, sobretudo a partir da década de 1860.
Principais momentos da vida de Degas
- Na
juventude passou a dedicar-se às artes plásticas ao entrar para o Lycee
Louis Le Grand.
- Estudou desenho com o grande artista francês Louis Lamothe.
- Viajou para a Itália e entrou em contato direto com as obras do Renascimento
italiano, principalmente, Michelangelo, Leonardo da Vinci e Rafael Sanzio.
- Em 1870 foi convocado pelo exército francês para lutar na Guerra
Franco-Prussiana.
- Após a guerra foi morar por 5 meses na cidade de Nova Orleans (sul dos
Estados Unidos).
- Sofreu em 1874 com a morte do pai. Para pagar as dívidas do falecido, teve
que vender várias obras de arte.
- Em 1874 apresentou suas obras na Primeira Exposição Impressionista.
Principais obras de Degas:
Auguste
Renoir
Pierre
Auguste Renoir foi um importante artista plástico francês. Fez parte do
impressionismo e destacou-se por suas lindas pinturas. Nasceu em 25 de
fevereiro de 1841, na cidade francesa de Limoges. Morreu em 3 de dezembro
de 1919 em Cagnes-sur-Mer
(cidade no sudoeste da França).
Biografia
resumida
§Já na infância demonstrou grande interesse pelas artes plásticas.
Quando criança, trabalhou como decorador em uma indústria de porcelanas em
Paris. Com 18 anos, Renoir começou a pintar e decorar persianas e leques. Em
1862, foi estudar na Academia de Belas Artes. Estudou também na academia do
pintor suíço Charles Gabriel Gleyre. Nesta academia conheceu
outros artistas famosos da época como, por exemplo, Claude Monet e Alfred Sisley. De Monet, Renoir recebeu
influência no tratamento da luz, sendo que o trabalho com as cores foi
influência recebida de Delacroix.
Seu
estilo artístico era marcado pela presença de cores fortes e brilhantes,
texturas e linhas harmônicas. O sentimento lírico é outra característica
importante nas obras de Renoir. Em suas pinturas prevaleceram as formas humanas
individuais, grupos de pessoas e paisagens.
Sua
primeira exposição artística ocorreu em Paris, no ano de 1864. Porém, não
conseguiu muito reconhecimento. O reconhecimento veio somente em 1874, durante
a primeira exposição de artistas da nova escola impressionista. Em 1874, sua
pintura Le Moulin de la Galette foi
reconhecida como uma grande obra de arte impressionista.
A
carreira artística de Renoir foi consolidada com a exposição individual
realizada em Paris, na galeria Durand-Ruel, no ano de 1883.
Os
últimos 20 anos de vida, Renoir sofreu com sua saúde. Portador de uma doença
articular (artrite), o artista continuou pintando com dificuldades. Amarrava o
pincel em seu braço para poder realizar suas obras. Mesmo assim, criou
trabalhos ricos e importantes.
Principais obras de Renoir
Fontes
Museu
Nacional de Belas Artes
Sergio Telles (1936 - Rio de
Janeiro) Teve como primeiro orientador o pintor Levino Fânzeres. Em 1957 viajou
pela Europa, visitando museus em Portugal, França, Itália e Holanda,
regressando ao Rio de Janeiro para trabalhar nos ateliês de Rodolfo Chambelland, Oswaldo Teixeira e Marie
Nivoulies de Pierrefort. Em 1964, por concurso público, passou a integrar os
quadros do Ministério das Relações Exteriores, o que lhe permitiu servir, como diplomata,
em diversos países. Quando regressou ao Brasil, em 2006, foi residir em São Paulo. Sua obra foi
objeto de publicações em revistas, livros e
análises de inúmeros críticos, entre os mais conceituados do meio artístico.
Impressionismo universal
Mary cassatt
¢Mary
Stevenson Cassatt (22 de Maio de
1844 - 14 de junho de 1926) foi um pintor e gravurista americano. Ela
viveu boa parte de sua vida adulta em France, onde ela fez amizade primeira
Edgar Degas e exibida mais tarde entre os impressionistas.
Cassatt
(pronuncia-ca-SAHT) muitas vezes criados imagens da vida social e
privada de mulheres, com ênfase particular nas ligações íntimos entre mães e
filhos.
Cassatt nasceu
em Allegheny City, Pensilvânia,
que agora faz parte do Pittsburgh. Ela nasceu em circunstâncias
favoráveis: seu pai, Robert Simpson Cassat (mais
tarde Cassatt), foi um bem-sucedido corretor da bolsa e da terra
especulador, e sua mãe, Katherine Kelso
Johnston, veio de uma família de banqueiros. O nome ancestral tinha sido Cossart. Cassatt era um
primo distante do artista Robert Henri. Cassatt era um
dos sete filhos, dos quais dois morreram na infância. Sua família mudou-se
para o leste, primeiro a Lancaster, Pennsylvania, em
seguida, para a área de Filadélfia, onde ela começou a escolaridade aos seis
anos.
Lovis Corinth
¢Pintor, gravador,
desenhista. Após onze anos de formação académica em Königsberg, Munique
e Paris, estabeleceu-se em Berlim, em 1901. Rapidamente se tornou uma figura
líder da Secessão de Berlim, uma sociedade de exibição que favoreceu o estilo
alemão do impressionismo, e ganhou representação da galeria de Paul
Cassirer. Mais do que uma geração mais velha do que os expressionistas,
sua longa e prolífica, e altamente bem sucedida carreira estende-se desde a
tradição acadêmica do final do século XIX ao impressionismo alemão e,
finalmente, o expressionismo. Embora ele criticou os expressionistas para
ser influenciado por cepas estrangeiras como o fauvismo francês e arte
"primitiva", depois de um acidente vascular cerebral em 1911 o seu
estilo naturalista rendeu a um tratamento freneticamente expressiva de indivíduos
favorecidos, como nus, temas históricos e literários, e auto-retratos , o
último dos quais meditou cada vez mais na própria mortalidade.
Feito 1.200 cópias, incluindo muitos em carteiras e
livros ilustrados. Primeiro tentou gravura na década de 1890 como uma
forma de melhorar o seu desenho, mas fez a maior parte de suas impressões perto
do fim de sua carreira durante a crise econômica do pós-guerra, quando se
tornou-se um meio mais comercializável.Feitas apenas onze
xilogravuras; litografia favorecida e as nebulosas linhas de drypoint, rico em
Burr. Trabalhou com muitos editores, incluindo Paul
Cassirer, e depois de 1920 colaborou estreitamente com Verlag Fritz Gurlitt.
Declarando-se
degeneram, os nazistas removidos 295 obras de coleções públicas.
Ferdinand Hodler 1853-1918
¢Ferdinand Hodler nasceu
em de 1853, era o mais velho dos seis filhos de Jean Hodler e
Marguerite. Seu pai ganhava a vida como carpinteiro e sua mãe vinha de uma
família de camponeses.
¢O pai de Hodler mais
dois irmãos morrem de tuberculose. A mãe casa de novo com um pintor de artes
decorativas, mas morre também de tuberculose, deixando Hodler órfão
quando era ainda uma criança. A perda dos pais e dos irmãos despertam no
artista uma poderosa consciência da mortalidade, que o levam a comparar a sua
obra com a de Munch, mas os temas da mística e da melancolia foram comuns
durante o período intenso conhecido por Fim do Século.
¢Hodler recebeu
as primeiras noções de pintura do padrasto, e posteriormente foi enviado para Thun, como
aprendiz de um pintor local, Fernando Sommer.
As primeiras obras de Hodler eram paisagens, que vendia em lojas, e na rua aos turistas.
Em 1871,
com 18 anos de idade, viaja a pé até Genebra para iniciar uma carreira como
pintor.
Em
Genebra estuda com Barthélemy Menn, antigo
aluno de Ingres. Foi uma educação muito tradicional, mas que o ensinou
a desenhar bem e que o expôs às influências duradouras de Rembrandt, Holbein e Dürer.
Hodler começou
a trabalhar como retratista, aliás muito competente.
Mais
tarde visitou Paris, para explorar novas ideias e novos estilos; admirou em
especial os de Gauguin e Seurat. No entanto, Hodler tinha
inventado o seu próprio estilo, a que chamou “paralelismo”, caracterizado
por agrupamentos de figuras simétricas, em poses que sugerem ritual ou dança.
O primeiro trabalho simbolista de Hodler, A Noite, representa o sono como prefiguração da morte, mas o presidente da Câmara de Genebra não conseguiu ver para além dos corpos nus e excluiu-o da exposição.
¢A publicidade daqui
resultante, com prémios atribuídos em França, Alemanha e Áustria, garantiram a
fama internacional de Hodler.
Em 1884 Hodler conhece Augustine Dupin, que se tornou seu modelo e
companheira, dos dois nasce em 1887 Hector, (fundador da World Esperanto Association), nesse mesmo
ano Hodler
conhece Bertha Stucki com quem viria a casar em 1889 para
se divorciar em 1891.
Em 1894 conhece Berthe Jacques, com quem se casa em 1898.
Em 1908, conhece Valentine Gode-Darel, que se tornaria
sua amante, dando-lhe uma filha em 1913. Valentine morreu de cancro em 1915.
As muitas
horas que Hodler passou à sua cabeceira durante a doença, resultaram
numa notável série de desenhos e pinturas.
Hodler foi um
pintor suíço precursor da pintura expressionista, mas na última década do
século XIX o seu trabalho evoluiu para combinar influências de vários estilos,
incluindo o Simbolismo e a Art Nouveau.
O lenhador, imagem que em 1910
ilustrou a nota de 50 francos suíços, emitida pelo Banco Nacional Suíço.
Teodoro Andreu (1870-1935)
¢Este
trabalho de compilação é dedicada a do pintor Teodoro Andreu, ele era um artista espanhol nascido
em Alcira. luminismo impressionista seguidor de Joaquin Sorolla , que foi o primeiro discípulo, alcançou a perfeição da
representação da luz de Valência, na sua obra, feita pela admiração e
comentários para roubar a luz de Sorolla ganhou. Teodoro Juan Andreu Sentamans (Alcira, 1870 - Valência, 1935) Teodoro Andreu foi o filho de Jose Andreu Garcia e sua segunda esposa, a
Ascensão Sentamans
Salazar. Ele tinha três irmãos e uma irmã. Na tenra idade de um ano,
seu pai afogado por um excesso de o rio Júcar. Em 1875, com sua mãe e irmã, ele se estabeleceu em
Madrid, em Atocha.Andreu recebeu sua primeira instrução na faculdade de Piarists. Mais tarde, estudou teoria
musical e pertencia as crianças 's coro da ópera no Teatro Real.
Em 1884 ele começou a estudar desenho e pintura, pela
primeira vez na Promoção Escola das Artes de Madrid e mais tarde na Escola de
Pintura, Escultura e Gravura, da real Academia de Bellas Artes de San Fernando. Seu
primeiro desenho conhecido foi Chefe do Ecce Homo. Em 1902 mudou-se para
Bilbao. Nesta fase, ele viajou para Londres e Paris até 1909, quando seu
pai morreu, ele voltou para Valencia.Em 1932, por motivos de saúde, renunciou ao cargo de diretor da
Escola de Artes e Ofícios de Valência, e realizou a sua última exposição ., em
1933, no Circulo de Bellas
Artes em Madrid seus últimos trabalhos foram auto - retrato e ainda
marmelos vida, 1934. no momento da sua morte, em 1935, deixou em seu
estúdio completamente terminado 350 pinturas, além de notas, esboços, tabelas
caixas, etc. nos anos após a sua morte várias exposições póstumas foram
realizadas em Valencia, Salamanca, Murcia e Alcira espero ter conseguido a recolha desta pinltor espanhol, ser de interesse para os
amantes da arte que freqüentam esta seção, e contribuir para a sua divulgação.
Giovanni Boldini (31 de
dezembro de 1842 - 11 de julho de 1931)
¢Foi um gênero
e pintor de retratos italiano, pertença à escola parisiense. De acordo com
um artigo de 1933 na revista Time, ele era conhecido como o "Master of
abanada" por causa de seu estilo de fluxo da pintura.
Boldini nasceu
em Ferrara, o filho de um pintor de temas religiosos, e foi para Florença, em
1862, para estudar pintura, encontrando ali os pintores realistas conhecido
como o Macchiaioli. Sua influência
é visto em paisagens de Boldini que mostram a sua resposta espontânea à natureza,
embora seja por seus retratos que ele se tornou mais conhecido. Ele
alcançou grande sucesso em Londres como retratista. A partir de 1872 Boldini viveu em
Paris, onde se tornou amigo de Edgar Degas. Ele
também tornou-se o pintor de retratos mais elegante em Paris no final do século
19, com um estilo arrojado da pintura que mostra alguma influência
impressionista, mas que mais se assemelha ao trabalho de seus contemporâneos
John Singer Sargent e Paul Helleu. Ele foi nomeado comissário da secção italiana da
Exposição de Paris em 1889, e recebeu a Legion d'honneur para
este compromisso. Morreu em Paris em 1931. (Da Wikipedia)
Claude Monet
Vida Artística
O começo de sua carreira artística foi
marcado por dificuldades financeiras. Porém, na década de 1870, começou a obter
sucesso. Suas obras de arte seguiam, como temática principal, as paisagens da
natureza. Trabalhava de forma harmônica as cores e luzes, criando imagens belas
e fortes. Neste contexto artístico, podemos citar a série de pinturas que
realizou sobre a catedral de Rouen (1892-1894), onde o artista retratou a
construção em diversos momentos do dia, com variações de luminosidade.
Vale a pena destacar também as obras de
arte com temas aquáticos como, por exemplo, os murais que realizou no Museu I’orangerie.
Monet morreu em 1926, na França, deixando
um legado artístico reconhecido até os dias atuais. Alguns críticos de arte
consideram Monet um dos mais importantes pintores de todos os tempos.
Outras principais obras de Monet
Estuário do Sena
Ponte sobre Hève na Vazante
Camille
O vestido verde
A floresta em Fontainebleu
Edgar Degas
Edgar Hilaire Germain de Gas,
popularmente conhecido apenas por Edgar Degas, foi um importante pintor, escultor e
gravurista francês. Nasceu em 19 de julho de 1834 em Paris e faleceu, na mesma
cidade, em 27 de setembro de 1917. Fez parte do movimento artístico conhecido
como impressionismo, embora suas obras possuíssem fortes elementos do Realismo e
do Renascimento italiano.
Suas obras, sobretudo da última fase, apresentam elementos do Modernismo.
Principais características do
estilo artístico de Degas
Obras
de arte de Degas são
marcadas pela suavidade.
- Uso de cores em tom pastel e suaves na primeira fase de sua vida artística.
Na década de 1860, passou a utilizar tons mais vibrantes.
- Abordagem de cenas do cotidiano, paisagens e retratos individuais.
- Pintura de bailarinas, mulheres, concertos e óperas.
- Pintura histórica, sobretudo a partir da década de 1860.
Principais momentos da vida de Degas
- Na
juventude passou a dedicar-se às artes plásticas ao entrar para o Lycee
Louis Le Grand.
- Estudou desenho com o grande artista francês Louis Lamothe.
- Estudou desenho com o grande artista francês Louis Lamothe.
- Viajou para a Itália e entrou em contato direto com as obras do Renascimento italiano, principalmente, Michelangelo, Leonardo da Vinci e Rafael Sanzio.
- Viajou para a Itália e entrou em contato direto com as obras do Renascimento italiano, principalmente, Michelangelo, Leonardo da Vinci e Rafael Sanzio.
- Em 1870 foi convocado pelo exército francês para lutar na Guerra Franco-Prussiana.
- Em 1870 foi convocado pelo exército francês para lutar na Guerra Franco-Prussiana.
- Após a guerra foi morar por 5 meses na cidade de Nova Orleans (sul dos Estados Unidos).
- Após a guerra foi morar por 5 meses na cidade de Nova Orleans (sul dos Estados Unidos).
- Sofreu em 1874 com a morte do pai. Para pagar as dívidas do falecido, teve que vender várias obras de arte.
- Sofreu em 1874 com a morte do pai. Para pagar as dívidas do falecido, teve que vender várias obras de arte.
- Em 1874 apresentou suas obras na Primeira Exposição Impressionista.
- Em 1874 apresentou suas obras na Primeira Exposição Impressionista.
Principais obras de Degas:
Auguste
Renoir
Pierre
Auguste Renoir foi um importante artista plástico francês. Fez parte do
impressionismo e destacou-se por suas lindas pinturas. Nasceu em 25 de
fevereiro de 1841, na cidade francesa de Limoges. Morreu em 3 de dezembro
de 1919 em Cagnes-sur-Mer
(cidade no sudoeste da França).
Biografia
resumida
§Já na infância demonstrou grande interesse pelas artes plásticas.
Quando criança, trabalhou como decorador em uma indústria de porcelanas em
Paris. Com 18 anos, Renoir começou a pintar e decorar persianas e leques. Em
1862, foi estudar na Academia de Belas Artes. Estudou também na academia do
pintor suíço Charles Gabriel Gleyre. Nesta academia conheceu
outros artistas famosos da época como, por exemplo, Claude Monet e Alfred Sisley. De Monet, Renoir recebeu
influência no tratamento da luz, sendo que o trabalho com as cores foi
influência recebida de Delacroix.
Seu
estilo artístico era marcado pela presença de cores fortes e brilhantes,
texturas e linhas harmônicas. O sentimento lírico é outra característica
importante nas obras de Renoir. Em suas pinturas prevaleceram as formas humanas
individuais, grupos de pessoas e paisagens.
Sua
primeira exposição artística ocorreu em Paris, no ano de 1864. Porém, não
conseguiu muito reconhecimento. O reconhecimento veio somente em 1874, durante
a primeira exposição de artistas da nova escola impressionista. Em 1874, sua
pintura Le Moulin de la Galette foi
reconhecida como uma grande obra de arte impressionista.
A
carreira artística de Renoir foi consolidada com a exposição individual
realizada em Paris, na galeria Durand-Ruel, no ano de 1883.
Os
últimos 20 anos de vida, Renoir sofreu com sua saúde. Portador de uma doença
articular (artrite), o artista continuou pintando com dificuldades. Amarrava o
pincel em seu braço para poder realizar suas obras. Mesmo assim, criou
trabalhos ricos e importantes.
Principais obras de Renoir
http://www.raulmendessilva.com.br/brasilarte/tablet/temas/impressionismo.php
¢http://www.giovanniboldini.org/
http://artefontedeconhecimento.blogspot.com.br/2011/11/camille-monet-et-lenfant-dans-le-jardin.html
http://noticias.universia.com.br/tempo-livre/noticia/2012/12/17/989309/conheca-mulheres-no-jardim-claude-monet.html
https://www.google.com.br/search?q=o+nascer+do+sol+monet&biw=1488&bih=706&source=lnms&tbm=isch&sa=X&sqi=2&ved=0ahUKEwjpvtHL8bzLAhXEi5AKHWHPA2cQ_AUIBigB&dpr=0.9#tbm=isch&q=+monet+O+molhe+de+Le+Havre&imgrc=lMtswb0gKddt_M%3A
http://www.auladearte.com.br/historia_da_arte/degas.htm#axzz42lKAJQwOhttp://www.zazzle.com.br/cavalos_de_corrida_por_edgar_degas_cartao_postal-239459930773279058
http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/02/16/912582/conheca-aula-danca-edgar-degas.html
https://www.google.com.br/search?q=o+nascer+do+sol+monet&biw=1488&bih=706&source=lnms&tbm=isch&sa=X&sqi=2&ved=0ahUKEwjpvtHL8bzLAhXEi5AKHWHPA2cQ_AUIBigB&dpr=0.9#tbm=isch&q=A+primeira+bailarina+DEGAS&imgrc=d9SUkl06ttAJrM%3A
http://tendimag.com/2014/04/01/alusoes/15-edgar-degas-dancarinas-atando-as-sapatilhas-cerca-de-1893-1898-museu-de-arte-de-clevland-ohio/
§https://www.google.com.br/search?q=o+camarote+renoir&biw=1488&bih=708&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&sqi=2&ved=0ahUKEwjIuJ7Skc3LAhVEC5AKHYg4BXkQsAQIGw&dpr=0.9#tbm=isch&q=Madame+Georges+Charpentier+e+suas+filhas+(1878)&imgrc=BnThyFISdDvAlM%3A
§http://www.revistavitanaturalis.com/album/renoir,-pierre-auguste-(1841-1919-fran%C3%A7a)/slide25-jpg/
§http://renoirimpressionista.tumblr.com/post/92443669207/na-obra-menina-com-espigas-1888-renoir-usa-tons















































































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