terça-feira, 15 de março de 2016

Impressionismo

(Regionais, nacionais e universais)
{Monet, Degas e Renoir}
IMPRESSIONISMO

O Impressionismo foi o movimento das artes plásticas, desenvolvido na pintura, no final do século XIX, na França, e que influenciou muito a música. Constitui-se no marco da arte moderna por ser o início do caminho rumo ao Abstracionismo. Embora mantenha temas do realismo, não se propõe a fazer denúncia social. Retrata paisagens urbanas e suburbanas, como o naturalismo. A diferença está na abordagem estética: os impressionistas parecem apreender o instante em que a ação acontece ao criar novas maneiras de captar a luz e as cores. Nessa tendência em mostrar situações naturais, extrai conceitos da fotografia, nascida em 1827.



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CARACTERÍSTICAS DO IMPRESSIONISMO


A pintura deve mostrar as tonalidades que os objetos adquirem ao refletir a luz do sol num determinado momento, pois as cores da natureza mudam constantemente, dependendo da incidência da luz do sol. É também com isto uma pintura instantânea(captar o momento), recorrendo, inclusivamente à fotografia.As figuras não devem ter contornos nítidos pois o desenho deixa de ser o principal meio estrutural do quadro passando a ser a mancha/cor. 
As sombras devem ser luminosas e coloridas, tal como é a impressão visual que nos causam. O preto jamais é usado em uma obra impressionista plena. Os contrastes de luz e sombra devem ser obtidos de acordo com a lei das cores complementares. Assim um amarelo próximo a um violeta produz um efeito mais real do que um claro-escuro muito utilizado pelos academicistas no passado. Essa orientação viria dar mais tarde origem ao pontilhismo.As cores e tonalidades não devem ser obtidas pela mistura das tintas na paleta do pintor. Pelo contrário,devem ser puras e dissociadas no quadro em pequenas pinceladas.  É o observador que, ao admirar a pintura, combina as várias cores, obtendo o resultado final. A mistura deixa, portanto, de ser técnica para se tornar óptica. Preferência pelos pintores em representar uma natureza morta do que um objeto. 

GALERIA DE OBRAS IMPRESSIONISTAS NA FRANÇA

Selecionamos alguns trabalhos que apresentam diversos estilos pessoais dentro do mesmo movimento, sem qualquer intenção de evidenciar um ou outro nome, apenas com o objetivo de mostrar obras de impressionistas proeminentes.
 Berthe Morisot (1841-1895), O berço, óleo sobre tela,
56 x 46, 1872, Museu de Orsay, Paris

 Paul Cézanne (1839-1906), Os jogadores de cartas, óleo

sobre tela, 58 x 48, c. 1894-95, Museu Orsay, Paris



 Edgar Degas (1834-1917), A estrela do Ballet

(Rosita Mauri), pastel, 58 x 42, c. 1878,Museu Orsay, Paris



 Alfred Sisley (1839-1899), Secando as redes, óleo sobre tela,

42 x 65, 1872, Kimbell Art Museum



 Pierre-Auguste Renoir (1841-1919), Baile no Moulin de la Gallete,

óleo sobre tela, 131 x 175, 1876, Museu de Orsay, Paris



 Camille Pissarro (1830-1903), Paisagem com vacas,

Montfoucault, óleo sobre tela, 1874, High Museum of Art



 Auguste Rodin (1840-1917), Os burgueses de

Calais, bronze, 217 x 255 x 177, 1889,Museu Rodin, Paris



 Camille Claudel (1864-1943), A valsa, bronze,

c. 1890, Museu Rodin, Paris


 Paul Gaugin (1848-1903), Duas taitianas, óleo sobre tela,
94 x 72,4, 1899, Museu Metropolitan, Nova York

 Vincent van Gogh (1853-1890), Quarto em Arles, óleo
sobre tela, 72 x 90, 1888, Museu Van Gogh, Amsterdã

IMPRESSIONISTAS BRASILEIROS


No Brasil seria mais adequado falar de obras impressionistas, porque quase não tivemos artistas exclusivamente dedicados e inseridos no movimento, talvez com a exceção de Castagneto. Vamos citar alguns nomes pela ordem cronológica de nascimento, sem entrar em comparações dos seus méritos pessoais.
Almeida Junior, José Ferraz (1850 Itu, SP - 1899 Piracicaba, SP) Desde cedo manifestou inclinação para a pintura e inscreveu-se em 1869 na Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Entre 1876 e 1882 morou na França e excursionou pela Itália, beneficiando-se de bolsa do governo brasileiro. Datam deste período algumas de suas grandes obras realistas. Participou do Salon de Paris em 1880 e 1882. Nem o impressionismo, nem a atmosfera cosmopolita da capital francesa o seduziram, conservando sempre seu jeito de interiorano. De volta ao Brasil em 1884, participou da Exposição Geral da Academia e dedicou-se mais intensamente aos temas regionais, consolidando sua arte dedicada ao realismo e aos temas da gente humilde do interior paulista. Sua produção relativa ao impressionismo é, pois, escassa e de menos importância em sua obra.
 Paisagem do sítio Rio das Pedras, óleo sobre tela, 
57 x 35, 1899, Pinacoteca do Estado de São Paulo

 Ponte da Tabatinguera, óleo sobre tela, 46 x 60, 
c. 1895, Pinacoteca do Estado de São Paulo

Castagneto, Giovanni Battista Felice (1851 Genova, Itália - 1900 Rio de Janeiro, RJ). Um dos maiores expoentes brasileiros na temática impressionista. Chegou ao Brasil em 1875, acompanhando o pai. Estou na Academia Imperial entre 1882 e 1884, e daqui seguiu os passos de seu mestre, Georg Grimm, para pintar ao ar livre, distante das orientações acadêmicas do neoclassicismo. Em 1890, com ajuda de amigos e admiradores, viajou para França. Nesta altura já mostrava sua predileção pela pintura de marinhas. Voltou ao rio de Janeiro em 1893, mas a boemia e a pobreza cobraram os efeitos em sua debilitada saúde, e morreu praticamente na miséria. Sempre foi mais um artista intuitivo do que um mestre de formação acadêmica. Firmou-se com um dos maiores marinhistas brasileiros de sempre.

 Barco em Toulon, óleo sobre tela, 40 x 65, 1893, 
Pinacoteca do Estado de São Paulo

 Salva em dia de gala na Baía do Rio de Janeiro, óleo 
sobre tela, 74 x 150, 1887, Museu de Arte de São Paulo

Belmiro Barbosa de Almeida Júnior (1858 Serro, MG - 1935 Paris, França). Em 1877 matriculou-se na Academia Imperial de Belas Artes e, nesse ano, iniciou sua colaboração como chargista em jornais e revistas. Em 1888 viajou a Paris, com a ajuda de amigos, passando a alternar sua residência entre o Rio de Janeiro e a capital francesa. Foi um dos únicos brasileiros a praticar o pontilhismo, uma técnica de alguns impressionistas, como Seurat.

 A tagarela, óleo sobre tela, 128 x 83, 1893, 
Museu Nacional de Belas Artes

Parreiras, Diogo Antônio da Silva (1860 Niterói, RJ - 1937 Idem). Paisagista e pintor de história, dedicou-se também a pintura de gênero. Em 1883 matriculou-se na Academia de Imperial de Belas Artes e veio a fazer parte do "Grupo Grimm". Em 1888 viajou para Roma e Veneza, regressando ao Rio de Janeiro dois anos depois, sendo nomeado professor interino de paisagem da Escola Nacional de Belas Artes. Desde cedo se habituou a conviver com o sucesso de crítica e de vendas. Como autor de pintura histórica, ao longo de toda a vida, pôde mostrar sua visão nacionalista e desvinculada da historiografia oficial. Entre 1916 - 1922, em suas viagens a Paris, os marchands locais sempre colocaram suas obras, inclusive os nus femininos, no mercado local. Foi considerado pelo público do país o maior pintor brasileiro da sua época.

 Paisagem,  óleo sobre madeira, 26,6 x 39,8, 1910, 
Museu Antônio Parreiras, Niterói, RJ

 Canto de praia, óleo sobre tela, 79, 4 x 43, 3, 1886, 
Museu Nacional de Belas Artes

Hipólito Boaventura Caron (1862 Resende, RJ - 1892 Juiz de Fora, MG). Foi principalmente paisagista, mas também executou retratos. Inicialmente foi influenciado por Georg Grimm e sua pintura "ao ar livre", depois pelo realismo dos mestres franceses, como o do seu professor Hanoteau. Entre 1885 e 1888 pode estudar na França, graças aos recursos da sua família.
 Praia da Boa Viagem, óleo sobre tela, 70 x 40, 1884, 

Museu Nacional de Belas Artes

Rafael Frederico (1865 Rio de Janeiro, RJ - 1934 Idem). Nas palavras de Quirino Campofiorito: " (As) tintas manejadas igualmente com pincel e espátula, podem apontá-lo como o pintor que primeiro se opõe resolutamente ao maneirismo acadêmico, tanto nos valores tonais como na textura pictórica ...  uma decisão pictórica definitivamente descompromissada da técnica convencional." Órfão muito cedo, e pobre, logrou estudar na Academia Imperial de Belas Artes e viajar a Europa em 1893, com o premio de viagem dessa instituição.
 Nu, óleo sobre tela, c. 1896, Museu Dom Joao VI, Rio de Janeiro



Eliseu D'Angelo Visconti (1866 Santa Caterina, Salerno, Itália - 1944 Rio de Janeiro, RJ). Um dos vultos admiráveis de toda a pintura brasileira, a ele se deve a contribuição mais importante para nosso patrimônio impressionista. Trouxe para o cenário nacional a renovação e o abandono definitivo do academicismo, projetando sua influencia dominante até ao advento do modernismo. Seu nível artístico alcançou um patamar tão alto como o que de melhor existia na Europa, ou em qualquer parte do mundo. Em 1884 matriculou-se na Academia Imperial de Belas Artes, estudando em Paris a partir de 1893 na École Nationale et Spéciale des Beaux-Arts (Escola Nacional e Especial de Belas Artes).  Aprimorou-se igualmente na Espanha e Itália, retornando ao Rio de Janeiro em 1903, para executar decorações no Teatro Municipal do rio de Janeiro, a convite do prefeito Pereira Passos. Voltaria diversas vezes a Paris, onde era imenso o seu prestígio.

 Maternidade, óleo sobre tela, 165 x 200, 1906, 
Pinacoteca do Estado de São Paulo

 Carrinho de criança, óleo sobre tela, 1916, 
Museus Castro Maya, Rio de Janeiro

 Retrato da senhora Nicolina Vaz de Assis, 
óleo sobre tela, 100 x 81 cm, 1905, Museu Nacional de Belas Artes.

Lucílio Albuquerque (1877 Barras, PI - 1939 Rio de Janeiro, RJ). Espírito inquieto, ao longo de sua trajetória artística sofreu influencias influências simbolistas, impressionistas e do art déco. Em 1906, graças ao Premio de Viagem, viajou para a Paris com a mulher, a pintora Georgina de Albuquerque, ali permanecendo por cinco anos. No seu último ano em França ganhou medalha de ouro no Salon des Artistes Français (Salão dos Artistas Franceses) com a tela Despertar de Ícaro, inspirada nos voos de Santos Dumont. Foi professor de Candido Portinari na Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.

 Retrato de Georgina, óleo sobre tela, 61 x 50, 

1907, Pinacoteca do Estado de São Paulo

Artur Timóteo da Costa (1882 Rio de Janeiro - 1923 Idem). De origem humilde, teve que trabalhar como pintor, cenógrafo, decorador, desenhista e entalhador. Sua condição de mulato, naquela época, também não ajudou ao seu reconhecimento como um artista de grande talento, um verdadeiro precursor do modernismo brasileiro. Seu papel inovador, porém, demorou a ser devidamente apreciado. Em 1908, graças a um Premio de Viagem, pode morar em Paris e conhecer a Itália e a Espanha, onde conheceu os museus dos grandes mestres.

 Pintor no ateliê em Paris, óleo sobre tela, 
36 x 53,3, 1910, Col. Sérgio Sahione Fadel

 Marinha, óleo sobre tela, 1919, Museu Afro-Brasil

Carlos Oswald (1882 Florença, Itália / 1971 Petrópolis, RJ). Seus múltiplos talentos o levaram a ser pintor, gravador, desenhista, decorador, escritor e professor. Era filho do compositor brasileiro Henrique Oswald, sendo considerado por historiadores como o introdutor da gravura no Brasil. Veio para o Rio de Janeiro em 1906, desenvolvendo imensa atividade junto de artistas nacionais. Para a igreja do Brás, São Paulo, executou uma composição, A Ceia do Senhor, trabalho depois editado pela firma suíça Stehli & Freres, a qual foi reproduzida e copiada ad infinitum, sendo um dos trabalhos mais vistos nos lares brasileiros até hoje. Foi o responsável pelo desenho final do Cristo Redentor do Corcovado, no Rio de Janeiro.

 Jovem senhora, óleo sobre tela, 72 x 125, 1916, 
Pinacoteca do Estado de São Paulo

Henrique Campos Cavalleiro (1892 Rio de Janeiro, RJ - 1975  Idem). Entre 1907 e 1918 estudou na Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, onde teve mestres como Eliseu Visconti, Daniel Bérard, Zeferino da Costa e, aquele que mais o marcou, Marques Júnior. Casou com a pintora Yvone Visconti Cavalleiro, filha de Eliseu Visconti. Praticou a paisagem, a figura e o nu, sempre com fortes coloridos.

 Jardim do Luxemburgo, óleo sobre tela, 45,5 x 54,5 cm, 
c. 1930, Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.

Navarro da Costa, Mário (1883 Rio de Janeiro, RJ - 1931 Florença, Itália). Foi um dos nossos melhores marinhistas. No dizer de Quirino Campofiorito, Navarro pintou com "... tintas frescas e espontaneamente elaboradas, o mar e suas proximidades imediatas, sua luminosidade inebriante, sua atmosfera envolvente e denunciadora de distantes horizontes, sua cromaticidade pontilhada de vibrações, ora em totalizações cinzas suavizantes das cores contrastantes, ora em verdadeiras sinfonias policrômicas realçadas na movimentação incessante dos reflexos ou nos plácidos espelhos d'água." Sua palheta impressionista, numa época em que este movimento já perdera fôlego, utiliza cores fortes, que por vezes se confundem com o fauvismo.


 Marinha, óleo sobre tela, 48 x 69, 1912, Acervo Banco Itaú

Georgina Albuquerque (1885 Taubaté, SP - 1962 Rio de Janeiro, RJ). Em 1904 ingressou na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Entre 1906 e 1911 residiu em Paris com o marido, o pintor Lucílio de Albuquerque. Quando voltou ao Brasil praticava uma pintura impressionista, influenciada por Visconti  e distante de seus contemporâneos neoclássicos e realistas. Entre 1952 e 1954 foi diretora da Escola Nacional de Belas Artes - a primeira mulher a ocupar o cargo.



 Dia de verão, óleo sobre tela, 1,30 x 89, c. 1926, 
Museu Nacional de Belas Artes

Antônio Garcia Bento (1897 Campos, RJ - 1929 Rio de Janeiro, RJ). Sendo praticamente um autodidata, manifestou seu talento como exímio marinhista. Em 1925 viajou a Europa, graças a um premio de viagem, voltando como um pintor amadurecido. O emprego da espátula, então pouco utilizado entre nossos artistas, o tornaria um mestre nessa técnica. Seu domínio era tão competente que podia combinar com sucesso, no mesmo quadro, espátula e pincel. Junto com Castagneto e Navarro da Costa, Bento criou algumas das melhores paisagens e marinhas da nossa safra impressionista.
 Saveiros, óleo sobre tela, 110 x 135,2, 1925, 
Museu Nacional de Belas Artes


Sergio Telles  (1936 - Rio de Janeiro) Teve como primeiro orientador o pintor Levino Fânzeres. Em 1957 viajou pela Europa, visitando museus em Portugal, França, Itália e Holanda, regressando ao Rio de Janeiro para trabalhar nos ateliês de Rodolfo Chambelland, Oswaldo Teixeira e Marie Nivoulies de Pierrefort. Em 1964, por concurso público, passou a integrar os quadros do Ministério das Relações Exteriores, o que lhe permitiu servir, como diplomata, em diversos países. Quando regressou ao Brasil, em 2006, foi residir em São Paulo. Sua obra foi objeto de publicações em revistas, livros e análises de inúmeros críticos, entre os mais conceituados do meio artístico.


 Circo em Zurique, óleo sobre tela, 2009, col. part.


Impressionismo universal


Mary cassatt


¢Mary Stevenson Cassatt (22 de Maio de 1844 - 14 de junho de 1926) foi um pintor e gravurista americano. Ela viveu boa parte de sua vida adulta em France, onde ela fez amizade primeira Edgar Degas e exibida mais tarde entre os impressionistas.

Cassatt (pronuncia-ca-SAHT) muitas vezes criados imagens da vida social e privada de mulheres, com ênfase particular nas ligações íntimos entre mães e filhos.

Cassatt nasceu em Allegheny City, Pensilvânia, que agora faz parte do Pittsburgh. Ela nasceu em circunstâncias favoráveis: seu pai, Robert Simpson Cassat (mais tarde Cassatt), foi um bem-sucedido corretor da bolsa e da terra especulador, e sua mãe, Katherine Kelso Johnston, veio de uma família de banqueiros. O nome ancestral tinha sido CossartCassatt era um primo distante do artista Robert Henri. Cassatt era um dos sete filhos, dos quais dois morreram na infância. Sua família mudou-se para o leste, primeiro a Lancaster, Pennsylvania, em seguida, para a área de Filadélfia, onde ela começou a escolaridade aos seis anos.

 

Lovis Corinth

¢Pintor, gravador, desenhista. Após onze anos de formação académica em Königsberg, Munique e Paris, estabeleceu-se em Berlim, em 1901. Rapidamente se tornou uma figura líder da Secessão de Berlim, uma sociedade de exibição que favoreceu o estilo alemão do impressionismo, e ganhou representação da galeria de Paul Cassirer. Mais do que uma geração mais velha do que os expressionistas, sua longa e prolífica, e altamente bem sucedida carreira estende-se desde a tradição acadêmica do final do século XIX ao impressionismo alemão e, finalmente, o expressionismo. Embora ele criticou os expressionistas para ser influenciado por cepas estrangeiras como o fauvismo francês e arte "primitiva", depois de um acidente vascular cerebral em 1911 o seu estilo naturalista rendeu a um tratamento freneticamente expressiva de indivíduos favorecidos, como nus, temas históricos e literários, e auto-retratos , o último dos quais meditou cada vez mais na própria mortalidade.


Feito 1.200 cópias, incluindo muitos em carteiras e livros ilustrados. Primeiro tentou gravura na década de 1890 como uma forma de melhorar o seu desenho, mas fez a maior parte de suas impressões perto do fim de sua carreira durante a crise econômica do pós-guerra, quando se tornou-se um meio mais comercializável.Feitas apenas onze xilogravuras; litografia favorecida e as nebulosas linhas de drypoint, rico em Burr. Trabalhou com muitos editores, incluindo Paul Cassirer, e depois de 1920 colaborou estreitamente com Verlag Fritz Gurlitt.
Declarando-se degeneram, os nazistas removidos 295 obras de coleções públicas.

Ferdinand Hodler 1853-1918



¢Ferdinand Hodler nasceu em de 1853, era o mais velho dos seis filhos de Jean Hodler e Marguerite. Seu pai ganhava a vida como carpinteiro e sua mãe vinha de uma família de camponeses.

¢O pai de Hodler mais dois irmãos morrem de tuberculose. A mãe casa de novo com um pintor de artes decorativas, mas morre também de tuberculose, deixando Hodler órfão quando era ainda uma criança. A perda dos pais e dos irmãos despertam no artista uma poderosa consciência da mortalidade, que o levam a comparar a sua obra com a de Munch, mas os temas da mística e da melancolia foram comuns durante o período intenso conhecido por Fim do Século.

¢Hodler recebeu as primeiras noções de pintura do padrasto, e posteriormente foi enviado para Thun, como aprendiz de um pintor local, Fernando Sommer.



As primeiras obras de Hodler eram paisagens, que vendia em lojas, e na rua aos turistas.



 

Em 1871, com 18 anos de idade, viaja a pé até Genebra para iniciar uma carreira como pintor.
Em Genebra estuda com Barthélemy Menn, antigo aluno de Ingres. Foi uma educação muito tradicional, mas que o ensinou a desenhar bem e que o expôs às influências duradouras de Rembrandt, Holbein e Dürer.
Hodler começou a trabalhar como retratista, aliás muito competente.
Mais tarde visitou Paris, para explorar novas ideias e novos estilos; admirou em especial os de Gauguin e Seurat. No entanto, Hodler tinha inventado o seu próprio estilo, a que chamou “paralelismo”, caracterizado por agrupamentos de figuras simétricas, em poses que sugerem ritual ou dança.

 

O primeiro trabalho simbolista de HodlerA Noite, representa o sono como prefiguração da morte, mas o presidente da Câmara de Genebra não conseguiu ver para além dos corpos nus e excluiu-o da exposição.

¢A publicidade daqui resultante, com prémios atribuídos em França, Alemanha e Áustria, garantiram a fama internacional de Hodler.

 


Em 1884 Hodler conhece Augustine Dupin, que se tornou seu modelo e companheira, dos dois nasce em 1887 Hector, (fundador da World Esperanto Association), nesse mesmo ano Hodler conhece Bertha Stucki com quem viria a casar em 1889 para se divorciar em 1891.


 

Em 1894 conhece Berthe Jacques, com quem se casa em 1898.

 


Em 1908, conhece Valentine Gode-Darel, que se tornaria sua amante, dando-lhe uma filha em 1913. Valentine morreu de cancro em 1915.


 

As muitas horas que Hodler passou à sua cabeceira durante a doença, resultaram numa notável série de desenhos e pinturas.

Hodler foi um pintor suíço precursor da pintura expressionista, mas na última década do século XIX o seu trabalho evoluiu para combinar influências de vários estilos, incluindo o Simbolismo e a Art Nouveau.

O lenhador, imagem que em 1910 ilustrou a nota de 50 francos suíços, emitida pelo Banco Nacional Suíço.

 


Teodoro Andreu (1870-1935) 


¢Este trabalho de compilação é dedicada a do pintor Teodoro Andreu, ele era um artista espanhol nascido em Alciraluminismo impressionista seguidor de Joaquin Sorolla , que foi o primeiro discípulo, alcançou a perfeição da representação da luz de Valência, na sua obra, feita pela admiração e comentários para roubar a luz de Sorolla ganhou. Teodoro Juan Andreu Sentamans (Alcira, 1870 - Valência, 1935) Teodoro Andreu foi o filho de Jose Andreu Garcia e sua segunda esposa, a Ascensão Sentamans Salazar. Ele tinha três irmãos e uma irmã. Na tenra idade de um ano, seu pai afogado por um excesso de o rio Júcar. Em 1875, com sua mãe e irmã, ele se estabeleceu em Madrid, em Atocha.Andreu recebeu sua primeira instrução na faculdade de Piarists. Mais tarde, estudou teoria musical e pertencia as crianças 's coro da ópera no Teatro Real.

Em 1884 ele começou a estudar desenho e pintura, pela primeira vez na Promoção Escola das Artes de Madrid e mais tarde na Escola de Pintura, Escultura e Gravura, da real Academia de Bellas Artes de San Fernando. Seu primeiro desenho conhecido foi Chefe do Ecce Homo. Em 1902 mudou-se para Bilbao. Nesta fase, ele viajou para Londres e Paris até 1909, quando seu pai morreu, ele voltou para Valencia.Em 1932, por motivos de saúde, renunciou ao cargo de diretor da Escola de Artes e Ofícios de Valência, e realizou a sua última exposição ., em 1933, no Circulo de Bellas Artes em Madrid seus últimos trabalhos foram auto - retrato e ainda marmelos vida, 1934. no momento da sua morte, em 1935, deixou em seu estúdio completamente terminado 350 pinturas, além de notas, esboços, tabelas caixas, etc. nos anos após a sua morte várias exposições póstumas foram realizadas em Valencia, Salamanca, Murcia e Alcira espero ter conseguido a recolha desta pinltor espanhol, ser de interesse para os amantes da arte que freqüentam esta seção, e contribuir para a sua divulgação. 

 


Giovanni Boldini (31 de dezembro de 1842 - 11 de julho de 1931) 



¢Foi um gênero e pintor de retratos italiano, pertença à escola parisiense. De acordo com um artigo de 1933 na revista Time, ele era conhecido como o "Master of abanada" por causa de seu estilo de fluxo da pintura.


Boldini nasceu em Ferrara, o filho de um pintor de temas religiosos, e foi para Florença, em 1862, para estudar pintura, encontrando ali os pintores realistas conhecido como o Macchiaioli. Sua influência é visto em paisagens de Boldini que mostram a sua resposta espontânea à natureza, embora seja por seus retratos que ele se tornou mais conhecido. Ele alcançou grande sucesso em Londres como retratista. A partir de 1872 Boldini viveu em Paris, onde se tornou amigo de Edgar Degas. Ele também tornou-se o pintor de retratos mais elegante em Paris no final do século 19, com um estilo arrojado da pintura que mostra alguma influência impressionista, mas que mais se assemelha ao trabalho de seus contemporâneos John Singer Sargent e Paul Helleu. Ele foi nomeado comissário da secção italiana da Exposição de Paris em 1889, e recebeu a Legion d'honneur para este compromisso. Morreu em Paris em 1931. (Da Wikipedia)


Claude Monet


Monet nasceu na França, no ano de 1840. Tornou-se um grande pintor e um dos mais importantes representantes do impressionismo. Foi uma de suas pinturas, “Impressão: Nascer do Sol”, que deu nome ao movimento artístico impressionista.



Vida Artística



O começo de sua carreira artística foi marcado por dificuldades financeiras. Porém, na década de 1870, começou a obter sucesso. Suas obras de arte seguiam, como temática principal, as paisagens da natureza. Trabalhava de forma harmônica as cores e luzes, criando imagens belas e fortes. Neste contexto artístico, podemos citar a série de pinturas que realizou sobre a catedral de Rouen (1892-1894), onde o artista retratou a construção em diversos momentos do dia, com variações de luminosidade.

Vale a pena destacar também as obras de arte com temas aquáticos como, por exemplo, os murais que realizou no Museu I’orangerie.

Monet morreu em 1926, na França, deixando um legado artístico reconhecido até os dias atuais. Alguns críticos de arte consideram Monet um dos mais importantes pintores de todos os tempos.



Outras principais obras de Monet



 

Estuário do Sena

 
Ponte sobre Hève na Vazante

 
Camille

 
O vestido verde

 
A floresta em Fontainebleu      
 
 Mulheres no Jardim

 Navio deixando o cais de Le Havre  
 O molhe de Le Havre


Edgar Degas



Edgar Hilaire Germain de Gas, popularmente conhecido apenas por Edgar Degas, foi um importante pintor, escultor e gravurista francês. Nasceu em 19 de julho de 1834 em Paris e faleceu, na mesma cidade, em 27 de setembro de 1917. Fez parte do movimento artístico conhecido como impressionismo, embora suas obras possuíssem fortes elementos do Realismo e do Renascimento italiano. Suas obras, sobretudo da última fase, apresentam elementos do Modernismo.



Principais características do estilo artístico de Degas



Obras de arte de Degas são marcadas pela suavidade.

- Uso de cores em tom pastel e suaves na primeira fase de sua vida artística. Na década de 1860, passou a utilizar tons mais vibrantes.

- Abordagem de cenas do cotidiano, paisagens e retratos individuais.
- Pintura de bailarinas, mulheres, concertos e óperas.
- Pintura histórica, sobretudo a partir da década de 1860.

Principais momentos da vida de Degas

- Na juventude passou a dedicar-se às artes plásticas ao entrar para o Lycee Louis Le Grand.

- Estudou desenho com o grande artista francês Louis Lamothe.

- Viajou para a Itália e entrou em contato direto com as obras do Renascimento italiano, principalmente, Michelangelo, Leonardo da Vinci e Rafael Sanzio.

- Em 1870 foi convocado pelo exército francês para lutar na Guerra Franco-Prussiana.

- Após a guerra foi morar por 5 meses na cidade de Nova Orleans (sul dos Estados Unidos).

- Sofreu em 1874 com a morte do pai. Para pagar as dívidas do falecido, teve que vender várias obras de arte.

- Em 1874 apresentou suas obras na Primeira Exposição Impressionista.

Principais obras de Degas:


 Retrato da família Bellelli

 A dama dos crisântemos

 Paisagem

 Nas corridas

 O pedicuro

 Cavalos de Corridas

 Retrato de duas meninas

 Place de La Concorde

 Esboço de lavadeiras

 A Aula de Dança

 A pequena bailarina de catorze anos (escultura)

 A banheira

 Dançarinas atando as sapatilhas


Auguste Renoir



Pierre Auguste Renoir foi um importante artista plástico francês. Fez parte do impressionismo e destacou-se por suas lindas pinturas. Nasceu em 25 de fevereiro de 1841,  na cidade francesa de Limoges. Morreu em 3 de dezembro de 1919 em Cagnes-sur-Mer (cidade no sudoeste da França).

Biografia resumida

§Já na infância demonstrou grande interesse pelas artes plásticas. Quando criança, trabalhou como decorador em uma indústria de porcelanas em Paris. Com 18 anos, Renoir começou a pintar e decorar persianas e leques. Em 1862, foi estudar na Academia de Belas Artes. Estudou também na academia do pintor suíço Charles Gabriel Gleyre. Nesta academia conheceu outros artistas famosos da época como, por exemplo, Claude Monet e Alfred Sisley. De Monet, Renoir recebeu influência no tratamento da luz, sendo que o trabalho com as cores foi influência recebida de Delacroix.
Seu estilo artístico era marcado pela presença de cores fortes e brilhantes, texturas e linhas harmônicas. O sentimento lírico é outra característica importante nas obras de Renoir. Em suas pinturas prevaleceram as formas humanas individuais, grupos de pessoas e paisagens. 

Sua primeira exposição artística ocorreu em Paris, no ano de 1864. Porém, não conseguiu muito reconhecimento. O reconhecimento veio somente em 1874, durante a primeira exposição de artistas da nova escola impressionista. Em 1874, sua pintura Le Moulin de la Galette foi reconhecida como uma grande obra de arte impressionista.
A carreira artística de Renoir foi consolidada com a exposição individual realizada em Paris, na galeria Durand-Ruel, no ano de 1883. 

Os últimos 20 anos de vida, Renoir sofreu com sua saúde. Portador de uma doença articular (artrite), o artista continuou pintando com dificuldades. Amarrava o pincel em seu braço para poder realizar suas obras. Mesmo assim, criou trabalhos ricos e importantes.


Principais obras de Renoir

 Mulher com sombrinha (1867)

 O Camarote (1874)

 Madame Georges Charpentier e suas filhas (1878)

Le Moulin de la Galette (1876)

 Remadores em Chatou (1879)

 Elizabeth e Alice de Anvers (1881)

  A dança em Bougival (1883)

 As grandes banhistas (1887)

 Mulher amamentando (1886)

 Menina com espigas (1888)

 Menina jogando criquet (1892)

 Ao piano (1893)

 Odalisca (1904)

 Retrato de Claude Renoir (1908)

  Banhista enxugando a perna direita (1910)


 Fontes


http://www.raulmendessilva.com.br/brasilarte/tablet/temas/impressionismo.php

¢http://www.giovanniboldini.org/

https://www.google.com.br/search?q=o+nascer+do+sol+monet&biw=1488&bih=706&source=lnms&tbm=isch&sa=X&sqi=2&ved=0ahUKEwjpvtHL8bzLAhXEi5AKHWHPA2cQ_AUIBigB&dpr=0.9#tbm=isch&q=+monet+O+molhe+de+Le+Havre&imgrc=lMtswb0gKddt_M%3A

http://tendimag.com/2014/04/01/alusoes/15-edgar-degas-dancarinas-atando-as-sapatilhas-cerca-de-1893-1898-museu-de-arte-de-clevland-ohio/


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