segunda-feira, 14 de março de 2016

Arte Mesopotâmica

ARTE MESOPOTÂMICA 

http://www.portaldarte.com.br/artemesopotamica.htm#meso
Muitas obras de escultura mesopotâmica se perderam por terem sido executadas em argila. Estátuas de pedra ou outros materiais mais resistentes são raras, e representam sempre a realeza ou altos dignitários.
Enquanto os povos da Europa só conheciam a pedra polida, no Oriente próximo desenvolviam-se importantes civilizações.
Sua história é a de um conflito permanente entre populações que se alternaram no domínio sobre a região, e cujas cidades foram, ao longo dos séculos, focos difusores de uma cultura cada vez mais elaborada.
A arte da Mesopotâmia é em sua quase totalidade de cunho religioso.
A religião, a magia e sua prática fixavam-se na vida cotidiana com força de lei: qualquer transgressão às normas acarretaria o castigo divino.
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                                     Três fatores contribuíram para                 caracterizar a arte e a arquitetura

mesopotâmica





Primeiro, a organização sociopolítica das cidades-estados   sumérias e dos reinos e impérios que lhes sucederam. A guerra era uma constante preocupação dos governos das cobiçadas terras mesopotâmicas, razão pela qual grande parte da produção artística se voltava para a glorificação das vitórias militares. 


O segundo fator foi o importante papel desempenhado pela religião nos assuntos de estado. Dava-se especial importância às construções religiosas e a maioria das esculturas servia a fins espirituais. 
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O último fator foi a influência exercida pelo meio ambiente. Em virtude da inexistência de pedra e madeira na planície aluvial, os escultores dependiam da importação desses materiais ou tinham que utilizar substitutos como a terracota.
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ESTILOS E MODALIDADES


A arte da Mesopotâmia abrange uma tradição de 4.000 anos que, em estilo e iconografia, é aparentemente homogênea. De fato, foi criada e mantida pelas ondas de povos invasores, diferentes tanto étnica como linguisticamente. Até a conquista pelos persas, no século VI a.C., cada um desses grupos fez sua própria contribuição à arte mesopotâmica.

O povo sumério foi o primeiro a controlar a região e desenvolveu a arte, seguidos pelos acádios, os babilônios e os assírios. O controle político mesopotâmico e suas influências artísticas se estenderam às culturas vizinhas, chegando inclusive, em certas ocasiões, a regiões tão distantes como a costa sírio-palestina, de modo que também os motivos artísticos dessas áreas longínquas influíram nos centros mesopotâmicos. Além disso, os demais povos que invadiram o local recolheram tradições artísticas mesopotâmicas.


A Pintura

Nascida, segundo se crê, da pintura sobre os relevos, a pintura verdadeiramente dita foi usada para os substituir, devido à falta de pedra e outros materiais escultóricos no espaço mesopotâmico.

Infelizmente, o que resta dessa pintura parietal da mesopotâmica antiga é, hoje, muito pouco – alguns fragmentos de estuques pintados originários de dois palácios: o de Zimri-Lim, da cidade de Mari, no Norte da suméria (2° milénio a. C.); e o de Til-Barsip, mandado construir por Tilagrapileser ΙΙΙ, no século VΙΙΙ a. C.
Pelas formas, pela composição, pela técnica das narrativas e pelo sentido decorativo obedeceram ao estilo mesopotâmico já definido para os relevos. O colorido era vivo com mais incidências no preto, branco, vermelho e amarelo.
O testemunho hoje conhecido deixa-nos concluir que as cenas predominantes foram os rituais de corte (audiências, coroamento, passagem do poder) e as cerimónias sociais com carácter festivo e comemorativo.

A escultura


As principais estátuas da região da mesopotâmia representam homens em pé, e são chamadas de "oradores", onde destacam-se a face e principalmente os olhos. No entanto, os relevos foram a principal expressão artística da região, não só pelas carcterísticas artísticas, mas para a compreensão da história e da religiosidade dos povos.
Na mesopotâmia a ourivesaria era uma das atividades artísticas mais importantes e apesar das guerras e dos constantes saques que ocorreram na região, tesouros de alguns reis foram preservados.

Estatuetas de cobre, colares e braceletes, assim como utensílios trabalhados em ouro e prata com incrustações de pedras eram muito comuns, e com estilos variados dada a diversidade de povos que ocupou a região. As obras persas refletem ainda certa influência da cultura grega, dado o naturalismo que possuem.


A Arquitetura

A tipologia das edificações constitui um paralelo adequado ao da estatuária. A manifestação da arte mesopotâmica combina elementos arquitetônicos e os escultóricos para alcançar os seus objetivos precisos. No culto dos deuses, encontramos a premissa natural do tempo, e a expressão do poder real é o palácio.
A atividade fundamental dos mesopotâmicos foi a construção dos templos em honra dos deuses. É obrigação primordial de cada soberano erigir o local do culto, para que o deus possa assegurar, em troca, o grau de recurso necessário à vida na região. As circunstâncias ambientais precisas condicionaram a construção dos templos. As construções eram feitas com tijolos de argila, modelados e secos ao sal. Eram sobrepostos de madeira compacta e maciça.
Uma distinção fundamental, que surge no final da pré-história é a que se verifica entre templo baixo e templo alto, o primeiro apoia-se diretamente sobre o terreno, o segundo é construído sobre uma base em terraço. Essa base em terraço é o ponto de partida para um tipo superior de edifício sagrado: o zigurate, ou torre templar. Formado por uma série de terraços sobrepostos, de dimensões decrescentes em direção ao alto, com o santuário no vértice. Um sistema de escadas laterais permite uma saída de plano para plano, até ao cume. A comunicação com o exterior é assegurada por uma porta que se abre para a rua.
No que se refere a arquitetura funerária, esta apresenta um desenvolvimento menor na Mesopotâmia. Os túmulos são constituídos por câmaras subterrâneas abobadadas, de tijolos, para as quais se desce através da vasta trincheira de paredes a piqué, a qual penetra no terreno com uma ligeira inclinação.
Apesar das influências de além-fronteiras, reconhecer uma obra da arquitetura mesopotâmica é sempre possível e simples. Um templo de planta centrada, com um pátio interior em torno do qual se congregam as várias salas, com o local sagrado assinalado pelo altar no lado mais estreito e pela mesa das oferendas na parede em frente, só pode ser mesopotâmico.

 zIGURATI DE UR


A Música Na Idade Antiga: Mesopotâmia

A palavra mesopotâmia é originária do grego e significa MESO (entre) POTÂMIA (rios). É a região onde hoje se encontra o Oriente Médio.
As primeiras civilizações surgiram na Baixa Mesopotâmia e datam de 6.000 a.C. Isso foi possível por causa da sedentarização e da revolução agrícola. Os homens pararam de ser nômades e começaram a se estabelecer em um só local. Aprenderam técnicas de cultivo e desenvolveram um sistema hidráulico para irrigação.
A Mesopotâmia era uma região onde muitos povos nômades passavam e graças à terra fértil alguns deles se estabeleceram ali. A sociedade mesopotâmica é fruto do convívio entre essas diferentes culturas. Os povos mesopotâmicos foram os sumérios, os acádios, os amoritas ou antigos babilônios, os assírios, os elamitas e os caldeus ou novos babilônios.

Os sumérios

Os sumérios foram os que mais se destacaram culturalmente dentre os povos mesopotâmicos. A música tinha um papel fundamental em ritos solenes e familiares. Nunca foram encontrados registros de uma notação musical, mas documentos cuneiformes atestam que tinham uma elaborada teoria musical. Nesses escritos foi descoberto que os sumérios já conheciam a escala pentatônica e a escala diatônica.Também foram descobertos vestígios de instrumentos musicais avançados para época: uma harpa de cordas percutidas (ancestral do piano), flautas de cana e de prata, liras de cinco a onze cordas, uma espécie de alaúde de braço longo e uma harpa com coluna de apoio.

Os assírios

Os assírios deixaram muitas informações de sua história musical: pinturas, textos, esculturas e escritas em baixo-relevo. Nesse povo os músicos eram mais reverenciados que até os próprios sábios. Os músicos de povos conquistados sempre eram poupados e levados para cidades assírias, para que se pudesse absorver sua arte. A música para esse povo era poder.

  Existem registros que confirmam que os assírios formavam grandes orquestras, algumas vezes com mais de 150  pessoas.


Os babilônios

Para os babilônios a música estava muito ligada à religião. Quando estavam reunidos cantavam hinos de louvor aos deuses. Também havia hinos de lamentação nas cerimônias de penitência.O canto era muito associado à magia, havia cantos de amor, de ódio, de guerra, cantos de caça, de evocação dos mortos, cantos para favorecer, entre os viajantes, o estado de transe.

Postado por José Victor Teixeira .


Escrita Cuneiforme

escrita cuneiforme foi criada pelos sumérios, e sua definição pode ser dada como uma escrita que é produzida com o auxilio de objetos em formato de cunha. A escrita cuneiforme é uma das mais antigas do mundo, apareceu mais ou menos na mesma época dos hieróglifos, foi criada por volta de 3.500 a.C. No começo a escrita era meio enigmática, mas com o passar do tempo foram se tornando mais simples.



Os sumérios utilizavam a argila para escrever, e quando queria que seus registros fossem permanentes, as tabuletas cuneiformes eram colocadas em um forno, ou poderiam ser reaproveitadas quando seus registros não fossem tão importantes que precisariam ser lembrados sempre.

A escrita cuneiforme foi uma forma de se expressar muito difícil de ser decifrada, pois possuía mais de 2000 sinais e seu uso era de uma dificuldade enorme. O seu principal uso foi na contabilidade e na administração, pois facilitavam no registro de bens, marcas de propriedade, cálculos e transações comerciais.


Autores Mesopotamicos:


Nabucodonosor II: Rei da Babilônia (605-562 aC), pertencente ao neobabilonia ou caldeu dinastia que conquistaram grande parte do sudoeste Ásia Menor; também conhecido como um grande construtor nas principais cidades do Império da Babilônia. primogênito de Nabopolassar, Nabucodonosor mandou um exército babilônico em o fim do reinado de seu pai, e em 605 aC triunfou sobre as forças egípcias na decisiva batalha de Carquemis na Síria, que se transformou Babylon para a principal potência militar do Oriente Médio. Após a morte de seu pai, Nabucodonosor, assumiu o trono em 605 aC Durante a última parte do seu reinado, Nabucodonosor construiu um muro, conhecido como o Muro Median, ao norte da Babilônia, para impedir a entrada dos medos.
As conquistas de Nabucodonosor obtido lotes de botas e homenagens, criando um período de prosperidade na Babilônia. Ele empreendeu um ambicioso programa de construção e irrigação, reconstruir os templos dos centros religiosos importantes e renovar a capital da Babilônia com o zigurate esplêndida (templo pirâmide) de Etemenanki e outros santuários, palácios, muralhas da fortificação e formas processionais. Em seguida, a lenda atribuída a construção de uma das sete maravilhas do mundo, os Jardins Suspensos da Babilônia, para sua esposa Median Amyitis. Nabucodonosor morreu no início de outubro de 562 aC Nabopolassar rei de Babilônia, fundador do décimo dinastia do Império Babilônico (chamado Caldeu). Das partes mais meridionais do país del Mar (Bit Yakini) poderia tomar o poder em Babilônia e outras cidades (Sipar, Dilbat, Uruk, Nippur), aproveitando-se das circunstâncias que viveram na Assíria após a morte de Assurbanipal. Desde o BC ano 620, Nabopolassar, conhecida como uma doença crônica, Babylon poderia controlar com plena autonomia, mesmo para atacar a cidade de Assur


Fonte






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